Laudo aponta estrangulamento e Polícia Civil trata morte de estudante em Goiânia como homicídio
Estudante de medicina veterinária foi encontrado morto dentro do próprio apartamento na Cidade Jardim; investigação busca esclarecer dinâmica do crime e identificar autoria

A morte do estudante de medicina veterinária Luciano Milo de Carvalho, de 27 anos, passou a ser investigada oficialmente como homicídio pela Polícia Civil de Goiás após o laudo cadavérico confirmar que a vítima morreu por asfixia mecânica provocada por estrangulamento. O jovem foi encontrado sem vida dentro do apartamento onde morava, em um condomínio residencial no Setor Cidade Jardim, em Goiânia.
De acordo com as informações apuradas pela investigação, Luciano foi localizado no quarto do imóvel por uma prima da família, acionada após o pai do estudante relatar dificuldade para conseguir contato com o filho. Ao chegar ao apartamento, ela encontrou a porta fechada, porém destrancada. O estudante estava deitado sobre a cama e já sem sinais vitais.
Equipes de resgate foram chamadas ao local, mas apenas constataram o óbito. A partir da análise preliminar da cena e do resultado do exame pericial realizado pelo Instituto Médico Legal (IML), a Polícia Civil passou a tratar o caso como morte violenta intencional.
As investigações agora se concentram na reconstrução dos últimos passos da vítima e na identificação de possíveis pessoas que tenham tido contato com Luciano nas horas anteriores ao crime. Imagens de câmeras de monitoramento do condomínio e de áreas próximas estão sendo analisadas para auxiliar na apuração da dinâmica do homicídio.
Segundo investigadores, a linha de investigação considera os deslocamentos da vítima desde sua chegada ao apartamento na noite anterior ao encontro do corpo. A polícia também realiza levantamento de registros telefônicos, movimentações digitais e possíveis testemunhos que possam ajudar a esclarecer as circunstâncias do caso.
Familiares e amigos descrevem Luciano como uma pessoa tranquila, estudiosa e muito próxima da família. Formado anteriormente em Direito, ele decidiu mudar de área para seguir o sonho de atuar na medicina veterinária, curso ao qual vinha se dedicando nos últimos anos.
Em depoimentos à polícia, parentes relataram que o jovem mantinha rotina considerada discreta e não havia manifestado qualquer temor recente relacionado a ameaças ou conflitos. Apesar disso, a investigação trabalha com diferentes hipóteses e aguarda novos elementos periciais para avançar na identificação do responsável pelo crime.
A Delegacia Estadual responsável pelo caso segue conduzindo diligências sigilosas. Até o momento, não houve divulgação oficial sobre suspeitos, motivação ou eventuais prisões relacionadas ao homicídio.
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