12 de julho de 2024
EducaçãoPolíciaÚltimas

Desde março, a Polícia Civil de Goiás já autuou 51 menores em operações integradas contra ameaças de atos violentos em escolas.

Desde março deste ano, a Polícia Civil de Goiás tem realizado uma operação integrada para combater ameaças de atos violentos nas escolas. Até o momento, 51 menores foram autuados, e todas as delegacias especializadas, bem como as delegacias regionais, estão envolvidas nas ações, em parceria com outras forças de segurança do Estado.

Nesta segunda-feira (17), a Delegacia de Apuração de Atos Infracionais (Depai) de Goiânia cumpriu quatro mandados de busca e apreensão em endereços distintos na capital, resultando na apreensão de cinco armas de fogo, uma arma branca e a prisão em flagrante do pai de um dos adolescentes por porte ilegal de arma de fogo e munições. Em um dos alvos, dispositivos eletrônicos foram apreendidos para análise de ameaças.

Desde o mês passado, a Polícia Civil já investigou mais de 40 casos, e além dos menores, foram apreendidos materiais utilizados para incitar violência no ambiente escolar, como computadores, celulares e até armas de fogo. De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, André Ganga, a polícia está trabalhando incansavelmente para prevenir e evitar qualquer possibilidade de violência escolar, seguindo orientações do governo estadual e da Secretaria de Segurança Pública. Alguns pais também foram responsabilizados por omissão nos casos investigados.

Além disso, outras operações foram realizadas em cidades como Itapuranga e Catalão, resultando na prisão de adolescentes e um adulto por difundir intenção de ataques violentos a alunos e funcionários de escolas. Agora, os envolvidos são investigados por atos infracionais e crimes de atos preparatórios de terrorismo, ameaça e apologia ao crime.

Ataque a tiros na escola particular Goyases, em Goiânia – Rogério Esteves/ PressFolhapress

As ações contam com a participação de todas as delegacias especializadas e regionais, em parceria com outras forças de segurança do estado. Foram realizados mais de 40 casos investigados, resultando na apreensão de materiais utilizados para incitar violência, como computadores, celulares e armas de fogo. Alguns pais também foram responsabilizados por omissão de responsabilidade.