Personalizar preferências de consentimento

Usamos cookies para ajudá-lo a navegar com eficiência e executar determinadas funções. Você encontrará informações detalhadas sobre todos os cookies em cada categoria de consentimento abaixo.

Os cookies categorizados como "Necessários" são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para permitir as funcionalidades básicas do site.... 

Sempre ativo

Os cookies necessários são requeridos para habilitar os recursos básicos deste site, como fornecer login seguro ou ajustar suas preferências de consentimento. Esses cookies não armazenam nenhum dado de identificação pessoal.

Nenhum cookie para mostrar

Os cookies funcionais ajudam a executar determinadas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedback e outros recursos de terceiros.

Nenhum cookie para mostrar

Cookies analíticos são usados ​​para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre métricas como número de visitantes, taxa de rejeição, fonte de tráfego etc.

Nenhum cookie para mostrar

Os cookies de desempenho são usados ​​para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a oferecer uma melhor experiência de usuário aos visitantes.

Nenhum cookie para mostrar

Os cookies de publicidade são usados ​​para fornecer aos visitantes anúncios personalizados com base nas páginas que você visitou anteriormente e para analisar a eficácia das campanhas publicitárias.

Nenhum cookie para mostrar

2 de abril de 2025
NotíciasPolíciaÚltimas

Suspeito de matar filha de policial militar no DF é preso na BR-020: jovem confessou crime durante abordagem

Samira Alves Lima foi encontrada morta em seu apartamento em Luziânia; suspeito afirma que discussão motivou homicídio. Investigações ainda buscam esclarecer os fatos.
Jovem é preso suspeito de matar Samira Alves Lima, em Luziânia, Goiás — Foto: Reprodução/Polícia Militar

A Polícia Militar prendeu na última quarta-feira (27) um jovem de 22 anos, suspeito de assassinar Samira Alves Lima, filha de um policial militar da reserva do Distrito Federal. O crime ocorreu em Luziânia, no Jardim Ingá, onde a vítima foi encontrada morta em seu apartamento.

O suspeito foi localizado caminhando pela BR-020, na região de Formosa, Goiás, após abandonar o carro da vítima no Distrito Federal. De acordo com a PM, ele foi rastreado pela Agência de Inteligência e abordado em uma operação que envolveu patrulhamento estratégico.


Abordagem e confissão informal

Durante a abordagem, o jovem inicialmente mentiu sobre sua identidade, mas acabou admitindo quem era. Informalmente, confessou ter assassinado Samira após uma discussão. Em seu relato, ele afirmou que ambos viviam juntos e tinham envolvimento com o tráfico de drogas, além de mencionar que a vítima estaria ligada a uma facção criminosa.

Segundo o suspeito, a discussão teria escalado quando Samira o ameaçou, o que o levou a atacá-la com facadas. No entanto, as informações fornecidas por ele ainda estão sendo investigadas, e a Polícia Civil não confirmou a veracidade dessas alegações.


O silêncio na delegacia

Após a prisão, o jovem foi encaminhado à delegacia, onde permaneceu em silêncio durante o depoimento, acompanhado de seu advogado. A Polícia Civil informou, por meio de nota, que ele foi autuado por homicídio simples, e as investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do crime.


Descoberta do corpo e contexto da vítima

O corpo de Samira foi encontrado por sua filha de 15 anos e por um ex-namorado, que preferiu não se identificar. A vítima morava sozinha no Jardim Ingá desde setembro, após se mudar de Cristalina. Segundo relatos, Samira estava afastada da família desde agosto e vinha enfrentando um quadro de depressão, em tratamento.

A Polícia Técnico-Científica isolou o local para a realização de perícia, que será fundamental para determinar detalhes do crime e reforçar as investigações.


Repercussão e investigação em andamento

A morte de Samira levantou questões sobre seu estilo de vida e possíveis relações com o crime organizado, conforme mencionado pelo suspeito. No entanto, familiares e conhecidos não confirmaram essas alegações.

A Polícia Civil segue ouvindo testemunhas e analisando evidências, enquanto o caso ganha repercussão na região. O advogado do suspeito não comentou o caso até o momento.


Família e a busca por respostas

A família de Samira ainda tenta processar o ocorrido. “Ela se afastou de nós há meses. Estávamos preocupados, mas não sabíamos onde ela estava”, disse um parente.

Enquanto as investigações prosseguem, o caso ressalta os desafios de lidar com a violência e as complexidades de relações que, por vezes, culminam em tragédias.


Tags: #Crime #Luziânia #PolíciaMilitar #Violência #Investigação