Bombeiro civil morre após bater a cabeça durante mergulho em piscina de chácara, em Pirenópolis
Alisson Bruno dos Santos Prado, de 32 anos, sofreu um grave trauma após mergulhar de ponta em uma piscina. Ele chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos. O caso gerou grande comoção entre familiares, amigos e colegas de profissão.

O bombeiro civil Alisson Bruno dos Santos Prado, de 32 anos, morreu após sofrer um grave acidente durante um mergulho em uma chácara localizada em Pirenópolis, no Entorno do Distrito Federal. A vítima passava o dia com familiares e amigos quando bateu a cabeça no fundo da piscina após realizar um mergulho de ponta.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO), o impacto provocou um traumatismo grave. Após a colisão, Alisson apresentou sangramento nasal, perdeu a consciência ainda no local e foi retirado da água pelas pessoas que o acompanhavam.
Enquanto as equipes de resgate eram acionadas, familiares iniciaram o deslocamento em veículo particular em direção ao Hospital Estadual de Pirenópolis Ernestina Lopes Jaime. Durante o trajeto, a equipe do Corpo de Bombeiros interceptou o automóvel na rodovia para assumir o atendimento pré-hospitalar.
No momento da abordagem, a vítima encontrava-se em parada cardiorrespiratória, sem pulso e sem respiração espontânea. Os bombeiros iniciaram imediatamente as manobras avançadas de reanimação e realizaram o transporte até a unidade hospitalar. Apesar de todos os procedimentos de emergência, Alisson não resistiu aos ferimentos e teve o óbito confirmado no hospital.
A morte do bombeiro civil provocou forte comoção entre colegas de profissão e familiares. Nas redes sociais, diversas homenagens destacaram sua dedicação ao trabalho, o espírito solidário e a personalidade acolhedora.
A esposa, Laisla Sampaio, publicou uma emocionante despedida relembrando os anos de convivência do casal e afirmou que guardará a memória do marido “com muito amor”. Ela também revelou que Alisson, que raramente utilizava as redes sociais, havia feito uma publicação pouco antes do acidente ao som da música “Pela Última Vez”, fato que chamou a atenção de familiares após sua morte.
Companheiros da corporação onde Alisson atuava também manifestaram pesar pela perda. Em uma das homenagens, colegas ressaltaram sua lealdade, companheirismo e o legado deixado tanto na vida profissional quanto pessoal.
O corpo de Alisson Bruno foi velado e sepultado no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, em Brasília, reunindo familiares, amigos e profissionais da área de resgate para a última despedida.
O caso também reforça um alerta importante sobre os riscos de mergulhos em piscinas com profundidade desconhecida ou insuficiente. Especialistas em salvamento orientam que mergulhos de cabeça só devem ser realizados quando houver absoluta certeza das condições do local, uma vez que impactos contra o fundo podem provocar traumatismos cranianos e lesões graves na coluna cervical, frequentemente associadas a sequelas permanentes ou morte.
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