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3 de abril de 2025
EsporteNotíciasPolíciaÚltimas

Bets ilegais expõem crianças e adolescentes a riscos, alerta ANJL

Dados do Ministério da Justiça mostram que mais da metade dos jovens apostadores pode desenvolver transtornos relacionados ao jogo.
Sem dispositivos de segurança, empresas clandestinas de apostas facilitam acesso de menores, o que é proibido por lei.

A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) classificou como alarmantes os dados divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) nesta terça-feira (26), que indicam que 55% dos jovens entre 14 e 17 anos que apostam em plataformas de bets correm riscos de desenvolver transtornos relacionados ao jogo.

O levantamento inédito acendeu um alerta sobre a crescente exposição de crianças e adolescentes a sites de apostas, especialmente os que operam de forma clandestina no Brasil. Segundo a ANJL, a proliferação de plataformas ilegais, que funcionam sem autorização do governo federal e sem mecanismos de segurança, é um dos principais fatores para o agravamento desse cenário.

Jogos clandestinos e falta de controle

De acordo com Plínio Lemos Jorge, presidente da ANJL, a ausência de controle nas bets ilegais permite o fácil acesso de menores de idade, uma prática proibida por lei, mas que tem sido amplamente ignorada pelas plataformas clandestinas.

“Precisamos de medidas urgentes para reverter essa situação. O acesso de menores a apostas on-line tem ocorrido em larga escala nas bets ilegais. Sem dispositivos de segurança, essas plataformas facilitam a entrada de crianças e adolescentes e os incentivam a jogar. Estamos empenhados em colaborar com os órgãos competentes para combater esse cenário preocupante”, afirmou Jorge.

A legislação brasileira proíbe jogos de apostas para menores de 18 anos, e nos sites regulados pelo governo, o acesso só é liberado após um cadastro rigoroso, que exige CPF e reconhecimento facial para confirmar a identidade do apostador. No entanto, nos sites clandestinos, não há qualquer verificação de idade, o que abre uma porta perigosa para crianças e adolescentes.

Responsabilidade e crimes associados

Além da atuação das plataformas ilegais, a ANJL também destacou a negligência de pais e responsáveis, que muitas vezes emprestam seus dados para que menores tenham acesso às apostas.

“Temos dois problemas principais: os sites ilegais, que não apenas permitem, mas incentivam a entrada de menores, e a negligência de adultos que liberam o acesso. Em ambas as situações, estamos falando de crimes graves”, ressaltou o presidente da ANJL.

A entidade reforçou que é essencial a regulamentação mais rígida do setor, além de campanhas de conscientização para evitar que jovens fiquem vulneráveis ao vício e a outros riscos associados ao jogo descontrolado.

Com os novos dados revelados pelo Ministério da Justiça, o debate sobre o impacto das apostas online para crianças e adolescentes ganha mais urgência, aumentando a pressão por ações concretas para fechar o cerco contra as plataformas ilegais e proteger os menores de idade.

Tags: #ApostasOnline #BetsIlegais #ProteçãoInfantil #Regulação #MinistérioDaJustiça