O deputado estadual Issy Quinan (MDB) assume temporariamente a presidência da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) nesta quinta-feira (29), em Goiânia. Primeiro vice-presidente da Casa, ele substituirá Bruno Peixoto (União Brasil), que passará a exercer interinamente o cargo de governador durante o período de afastamento de Daniel Vilela (MDB).

A mudança ocorre em uma fase de movimentação política em torno da próxima eleição da Mesa Diretora da Alego. Issy é apontado entre os nomes cotados para disputar a presidência, e sua passagem pelo comando do Legislativo poderá ampliar sua visibilidade entre os parlamentares. Esse possível efeito, porém, não significa que a disputa esteja definida.

Bruno Peixoto assume o governo estadual

A substituição temporária decorre da ausência de Daniel Vilela, que se afastará do cargo para um período de férias. Conforme comunicado divulgado pela própria Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto deverá exercer interinamente a chefia do Executivo estadual entre 29 de outubro e 3 de novembro.

A mudança segue a ordem de sucessão prevista na Constituição de Goiás. Como presidente da Alego, Bruno ocupa uma posição na linha sucessória do governo estadual e assumirá as funções do Executivo durante o afastamento do governador.

Com a transferência temporária de Bruno para o governo, a presidência da Assembleia ficará sob responsabilidade de Issy Quinan, na condição de primeiro vice-presidente.

Presidência interina ocorre em meio à disputa pela Mesa Diretora

A experiência à frente da Alego pode colocar Issy em posição de maior protagonismo nas articulações para a composição da próxima Mesa Diretora. O cargo de presidente tem atribuições relacionadas à condução das sessões, à organização dos trabalhos legislativos e à representação institucional da Assembleia.

Nos bastidores, o parlamentar é citado entre os possíveis candidatos à presidência. Ainda assim, a definição depende das negociações políticas e da formação de apoios entre os deputados. A ocupação temporária do cargo não garante vantagem nem antecipa o resultado da eleição interna.

O período também permitirá que Issy conduza os trabalhos da Casa durante a ausência de Bruno Peixoto, mantendo o funcionamento regular do Legislativo estadual.

A duração da permanência de Issy na presidência dependerá dos afastamentos e do retorno de Bruno à Assembleia. A eventual continuidade do deputado no comando da Casa após 3 de novembro deve ser acompanhada conforme a agenda oficial e as decisões institucionais.

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