Morte de jovem atropelada na Avenida Brasil Sul leva Polícia Civil a abrir inquérito, em Anápolis
Analista de qualidade de 22 anos seguia para casa quando foi atingida por ônibus; Polícia Civil apura circunstâncias e relatos apontam travessia na faixa de pedestres

A morte de Sarah Sthefany Gomes dos Santos, de 22 anos, comoveu Anápolis e reacendeu o debate sobre segurança viária em um dos corredores urbanos mais movimentados da cidade. A jovem, que trabalhava como analista de qualidade em uma empresa do setor industrial, morreu após ser atropelada por um ônibus de transporte privado na Avenida Brasil Sul, nas proximidades do bairro Calixtópolis, enquanto retornava do trabalho para casa.
O atendimento de emergência foi acionado no início da noite. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram os primeiros socorros e encaminharam a vítima ao Hospital Estadual de Anápolis Dr. Henrique Santillo (Heana), em estado crítico. Apesar dos esforços médicos, Sarah não resistiu aos ferimentos.
Relatos de pessoas próximas indicam que a jovem realizava a travessia pela faixa de pedestres no momento do impacto, informação que será analisada no inquérito instaurado pela Polícia Civil. A investigação está sob responsabilidade da Delegacia Especializada em Investigação de Crimes de Trânsito (DICT) de Anápolis, que apura as circunstâncias do atropelamento, incluindo dinâmica do tráfego, condições da via e conduta dos envolvidos.
A empresa responsável pelo ônibus foi procurada pela reportagem por meio de contato institucional, mas não se manifestou até a última atualização desta matéria.
Além da comoção gerada pelo acidente, a trajetória de Sarah foi lembrada com carinho por amigos, colegas de trabalho e membros da comunidade religiosa que frequentava. Descrita como dedicada, alegre e comprometida com os estudos, ela conciliava a rotina profissional com a graduação em Química Industrial. Pessoas próximas destacaram sua disciplina, fé e planos para o futuro, interrompidos de forma abrupta.
O velório ocorre na Igreja Assembleia de Deus Ministério de Anápolis, no bairro Calixtolândia. Informações sobre o sepultamento não haviam sido divulgadas até o fechamento desta reportagem.
O caso reforça a necessidade de atenção permanente às condições de segurança em vias de grande fluxo urbano e à proteção de pedestres, especialmente em trechos de travessia sinalizada, tema que deve ganhar novos desdobramentos a partir das conclusões do inquérito policial.
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