Câmeras registram fuga dramática de mulher estuprada e mantida em cárcere privado na BR-135, em Corinto
Imagens foram decisivas para a ação rápida da Polícia Militar; vítima de 28 anos foi resgatada após correr em direção a viatura, que prendeu o ex-companheiro no local.
Uma mulher de 28 anos conseguiu escapar de uma situação de extrema violência e confinamento graças a câmeras de segurança instaladas em um posto de combustíveis na BR-135, em Corinto (MG). As imagens revelam o momento em que, nervosa e assustada, ela aproveita a oportunidade da passagem de uma viatura da Polícia Militar, retira o cinto de segurança, abre a porta do carro e corre por socorro em direção aos policiais, que imobilizam imediatamente o ex-companheiro que a mantinha em cárcere privado.
O caso foi registrado minutos após a mulher ter sido sequestrada em Conceição do Mato Dentro, sob ameaça de faca, pelo homem de 35 anos — seu ex-companheiro. Segundo a Polícia Militar, ele ameaçava levá-la para Joaquim Felício. A rápida atuação dos militares evitou desfechos ainda mais graves; o suspeito foi preso em flagrante por estupro, ameaça, sequestro e cárcere privado.
O Registro e a Resposta Policial
As gravações da câmera foram cruciais para comprovar a dinâmica do crime e para confirmar que a mulher estava em situação de perigo eminente. A cena exibida, com a vítima correndo em desespero aos pés dos policiais, mostrou um drama real — e a reação dos agentes foi prontíssima. A abordagem foi imediata e decisiva, e o agressor contido com eficiência, fortalecendo as evidências do flagrante.
Para autoridades locais, como o major Roberto Silva, “a imagem provou ser fundamental para a apreensão, pois demonstrou que a vítima agiu motivada por medo real, e justificou o flagrante de maneira inequívoca.”
Impacto Social e Legal
O episódio expõe os riscos dos conflitos íntimos que descambam para crimes violentos. É um lembrete de que relacionamentos podem esconder dinâmicas de controle e ameaça, e que, em situações extremas, ações rápidas da justiça salvam vidas.
O agressor agora responde criminalmente e deve cumprir pena nos rígidos termos da Lei Maria da Penha e do Código Penal brasileiro. A vítima foi encaminhada para atendimento psicológico, assistência jurídica e abrigo protegido, conforme previsto nos protocolos de violência doméstica.
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