Sobrinho é preso suspeito de encomendar execução de tio mecânico por R$ 10 mil em Planaltina de Goiás
Investigação da Polícia Civil aponta crime motivado por conflito pessoal envolvendo relacionamento extraconjugal; assassinato foi registrado por câmeras de segurança
A Polícia Civil de Goiás prendeu um homem suspeito de encomendar o assassinato do próprio tio, um mecânico executado dentro do estabelecimento onde trabalhava, em Planaltina de Goiás, município localizado no Entorno do Distrito Federal. Segundo as investigações, o crime teria sido motivado por um conflito pessoal envolvendo a suspeita de um relacionamento extraconjugal entre a vítima e a esposa do suposto mandante.
A prisão foi resultado de diligências conduzidas pelo Grupo de Investigação de Homicídios de Planaltina de Goiás, unidade especializada da Polícia Civil responsável por apurar crimes contra a vida na região. Conforme os investigadores, o suspeito teria oferecido cerca de R$ 10 mil para que um terceiro executasse o homicídio. Além do pagamento, ele também é apontado como responsável por fornecer a arma de fogo utilizada na ação criminosa.
O assassinato ocorreu no início de janeiro deste ano, no Setor Leste da cidade. A vítima foi surpreendida dentro da própria oficina mecânica, onde foi rendida e morta a tiros. Imagens captadas por câmeras de segurança registraram a movimentação no local e se tornaram uma das principais peças utilizadas para a reconstrução da dinâmica do crime e identificação dos envolvidos.
De acordo com a investigação, o executor do homicídio foi preso em flagrante ainda na época dos fatos e permanece custodiado à disposição da Justiça. A análise de depoimentos, registros audiovisuais e outras evidências coletadas durante o inquérito levou os policiais a identificar o sobrinho da vítima como possível mandante da execução.
A operação que resultou na prisão contou com apoio da Polícia Civil da Bahia, com atuação de equipes da cidade de Barreiras, onde o suspeito foi localizado. A cooperação interestadual permitiu o cumprimento do mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça após representação dos investigadores responsáveis pelo caso.
A identidade dos investigados não foi divulgada oficialmente pelas autoridades policiais. Até o momento, as defesas dos suspeitos não foram localizadas para manifestação. O inquérito segue em andamento para consolidar os elementos de prova que serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público.
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