PCGO investiga agressão e possível crime sexual contra cidadã norte-americana em Goiânia
Vítima, natural da Califórnia, foi socorrida pela GCM após suposta violência física e sexual em hotel no Centro; ela permanece hospitalizada enquanto as autoridades apuram o episódio.

A Polícia Civil de Goiás (PCGO), por meio da Delegacia Estadual de Atendimento Especializado à Mulher (DEAEM), investiga uma denúncia de agressão física e possível abuso sexual contra uma cidadã norte-americana em Goiânia. De acordo com a Guarda Civil Metropolitana (GCMG), a vítima foi encontrada em um hotel no Centro da capital em estado grave, sendo levada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) até o Cais Vila Nova.
Segundo o relato da equipe médica da unidade de saúde, a mulher apresentou ferimentos considerados graves. Em virtude da sua condição, o médico que a atendeu não autorizou alta hospitalar. Ela foi identificada por passaporte como natural da Califórnia (EUA). De acordo com a GCM, um tradutor acompanhou o registro da ocorrência e afirmou que a vítima havia consumido bebida alcoólica, mas não soube confirmar se havia companhia no momento da abordagem.
Fontes policiais indicam que a DEAEM já abriu inquérito para esclarecer as circunstâncias das agressões: as autoridades buscam determinar se houve coação, violência de natureza sexual ou outros delitos correlacionados. A investigação também deverá apurar a origem das lesões e coletar depoimentos do tradutor e demais pessoas que possam ter presenciado ou participado do episódio.
Até o momento, não há informações oficiais sobre a prisão de suspeitos nem divulgação de nota de defesa. A PCGO ainda não detalhou o estado de saúde da vítima ou o tipo exato de lesões, mantendo sigilo sobre partes da investigação.
Especialistas em segurança pública observam que casos com vítimas estrangeiras frequentemente envolvem trâmites adicionais, como a atuação de diplomatas ou representação consular, o que pode acelerar certas diligências. No entanto, a prioridade policial continua sendo garantir o acolhimento adequado da vítima, assegurar perícia de corpo de delito e colher provas que confirmem ou não a natureza sexual dos abusos.
Este caso reacende debates urbanos sobre a segurança em hospedagens, responsabilidade dos estabelecimentos e protocolos para acolhimento de vítimas de violência. Autoridades municipais e políticas públicas poderão vir a ser cobradas por transparência e celeridade nas investigações, bem como por medidas de prevenção para evitar novos episódios semelhantes.
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