Nomeação de Renata Lacerda Noleto reforça condução técnica da arrecadação e posiciona Goiás na transição para a reforma tributária
Perfil técnico assume a Economia de Goiás e sinaliza continuidade na política fiscal do Estado

A escolha de Renata Lacerda Noleto para o comando da Secretaria da Economia de Goiás consolida a estratégia do governo estadual de priorizar quadros técnicos na gestão de áreas sensíveis. Auditora-fiscal de carreira, com trajetória iniciada na Receita Estadual no fim da década de 1990, ela assume a pasta com experiência acumulada em formulação normativa, planejamento tributário e execução da política fiscal.
Graduada em Direito pela Universidade Federal de Goiás, Renata construiu sua carreira no núcleo estruturante da administração tributária goiana, ocupando funções estratégicas como a Gerência de Normas Tributárias, a Superintendência de Política Tributária e a Subsecretaria da Receita Estadual. Antes da nomeação, exercia o cargo de secretária-adjunta da pasta, posição que a inseriu diretamente nos processos decisórios relacionados à arrecadação, fiscalização e equilíbrio das contas públicas.
A indicação ocorre no contexto da reorganização administrativa conduzida pelo governador Daniel Vilela, que optou por manter a linha técnica na condução da economia estadual. A Secretaria da Economia é responsável por atribuições centrais como gestão orçamentária, controle da dívida pública, política tributária e coordenação das receitas estaduais, o que exige domínio técnico e capacidade de articulação institucional.
Além da atuação no âmbito estadual, Renata integra o Conselho Superior do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), instância vinculada à implementação da reforma tributária em curso no país. Essa participação projeta a secretária em um ambiente decisório nacional, especialmente no desenho de novas regras de arrecadação e partilha de receitas entre entes federativos.
A presença de um perfil técnico na liderança da pasta também dialoga com a necessidade de adaptação do Estado às mudanças estruturais do sistema tributário brasileiro, incluindo a transição para o IBS, que substituirá tributos atuais e exigirá ajustes operacionais e normativos relevantes.
Internamente, a expectativa é de continuidade das diretrizes fiscais já adotadas, com foco em eficiência arrecadatória, modernização dos mecanismos de controle e manutenção do equilíbrio fiscal. A nomeação é interpretada como um movimento de estabilidade institucional em uma área estratégica, especialmente diante de um cenário nacional de transformação tributária.
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