Morte de estudante de Medicina aos 19 anos comove Anápolis e a comunidade acadêmica
Universitária do segundo período da UniEvangélica, Clara Ribeiro Martins é lembrada por dedicação, sensibilidade e trajetória marcada por afeto e excelência acadêmica

A morte da estudante de Medicina Clara Ribeiro Martins, aos 19 anos, provocou profunda comoção entre familiares, amigos, professores e colegas de curso em Anápolis. Acadêmica do 2º período de Medicina da UniEvangélica, a jovem era reconhecida pela dedicação aos estudos, pela participação ativa em sala de aula e pela forma afetuosa com que se relacionava com todos ao seu redor.
A UniEvangélica de Anápolis manifestou oficialmente pesar pela perda da estudante, destacando, em nota, a relevância de sua presença no ambiente acadêmico e solidarizando-se com familiares e amigos neste momento de dor. A causa da morte, ocorrida na segunda-feira (5), não foi divulgada pela família.
Nas redes sociais, homenagens se multiplicaram ao longo do dia, revelando o impacto da perda entre os colegas da turma 33 de Medicina, que ressaltaram características como inteligência, doçura, comprometimento e amizade. Em uma das mensagens mais compartilhadas, estudantes afirmaram que Clara era “cheia de sonhos” e deixou marcas profundas pela forma generosa com que vivia o cotidiano universitário. Professores também se manifestaram, lembrando a estudante como participativa, atenta e sempre disposta ao diálogo acadêmico.
Fora da universidade, educadores que acompanharam sua formação básica também prestaram homenagens. A pedagoga Lorrany Assunção recordou Clara desde a educação infantil, descrevendo-a como uma criança “meiga e falante”, com um olhar marcante que permaneceu vivo na memória de quem a acompanhou nos primeiros anos escolares.
Natural de Anápolis, Clara iniciou sua trajetória educacional na Escola Gente Miúda Crescer, no bairro Jundiaí, e concluiu o ensino médio no Colégio Prosperar, onde alcançou a aprovação no concorrido curso de Medicina, resultado de dedicação contínua e disciplina nos estudos.
A morte precoce da estudante deixa uma lacuna sentida por toda a comunidade acadêmica e educacional da cidade, que se une em luto e respeito à memória de uma jovem cuja trajetória, embora breve, foi marcada por propósito, sensibilidade e compromisso com o futuro que se desenhava.
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