Manutenção estratégica no Sistema João Leite pode provocar intermitência no abastecimento em Goiânia e Aparecida
Intervenção da Saneago no Linhão GYN-APA reforça segurança operacional da rede, mas pode afetar temporariamente bairros das regiões Leste, Central, Sul, Sudeste e Norte da capital, além de áreas de Aparecida de Goiânia

Uma intervenção programada no Sistema João Leite, considerada estratégica para a segurança e a confiabilidade do abastecimento de água na Região Metropolitana, pode provocar intermitência temporária no fornecimento em bairros de Goiânia e Aparecida de Goiânia nesta quarta-feira (7). A ação será executada pela Saneago e envolve obras de interligação no Linhão GYN-APA, uma das principais estruturas de transporte de água tratada do estado.
Segundo a companhia, os trabalhos ocorrerão na Estação de Tratamento de Água de Goiânia (ETAG) e consistem na conexão de um trecho do Linhão GYN-APA a uma adutora vinculada ao sistema Senac. A intervenção permitirá a implantação de um novo sistema de proteção da rede de grande porte, ampliando a resiliência operacional e reduzindo riscos de falhas em situações de alta demanda ou eventos críticos.
O serviço está previsto para iniciar às 7h e ser concluído por volta das 17h30. Durante esse período, o abastecimento poderá sofrer oscilações ou interrupções pontuais em áreas atendidas pelo Sistema João Leite. A normalização do fornecimento ocorrerá de forma gradual, conforme o restabelecimento da pressão e a estabilização do sistema.
A Saneago ressalta que imóveis com caixas d’água dimensionadas conforme as normas técnicas tendem a não sentir os efeitos da manutenção. Ainda assim, a companhia orienta a população a adotar consumo consciente e a priorizar o uso das reservas para atividades essenciais até a completa regularização.
Importância do Linhão GYN-APA
O Linhão GYN-APA é um dos principais projetos estruturantes do abastecimento de água da Região Metropolitana de Goiânia. Ele integra os sistemas da capital e de Aparecida de Goiânia, ampliando a capacidade de distribuição, diversificando as fontes de captação e reduzindo a dependência histórica do Rio Meia Ponte. O Sistema João Leite, por sua vez, é responsável por abastecer extensas áreas das regiões Leste, Central, Sul e Sudeste de Goiânia, além de parte da região Norte e do município de Aparecida.
Áreas que podem ser afetadas
Zona Baixa – Linhão GYN-APA
Água Branca, Chácaras Alto da Glória, Condomínios Jardins (Athenas, Milão, Munique, Paris, Valência e Verona), Conjuntos Aruanã I, II e III, Riviera, Housing Flamboyant, Jardins América, Brasil, Goiás, Mariliza, Novo Mundo, Olímpico e Vitória, Park e Residencial Aruanã, Parque Atheneu, das Laranjeiras, Lozandes, São Jorge e Trindade I, II e III, Alphaville Flamboyant e Araguaia, Residenciais Cléa Borges, Novo Mundo Extensão, Olinda, Parque Flamboyant, Portal do Sol I e II, Privê dos Girassóis, Recanto dos Buritis e Sonho Verde, além dos setores Bueno, Leste Universitário, Marista, Moraes, Oeste, Pedro Ludovico e Sul, e vilas Brasil, Maria Luiza, Parque Santa Maria, Santa Efigênia e São João.
Zona Média – Linhão GYN-APA
American Park, Alto da Glória, Independência, Condomínio Vila Isabel, Brasília Sul, Jardins América, Atlântico, Goiás, Imperial, Luz, Maria Inês, Palácio, Paraíso e Transbrasiliano, Mansões Paraíso, Papillon Park, Parques Floresta, Hayala, Primavera, Real e Veiga Jardim, Pontal Sul, Recanto dos Emboabas, Residenciais Alvaluz, Cândido de Queiroz e Recanto do Serrado, Setores Bela Vista, Bueno, Conde dos Arcos, dos Afonsos, Industrial Santo Antônio, Marista, Nova Suíça, Parque Amazônia, Pedro Ludovico e Terra Prometida, além das vilas Alzira, Brasília, Maria, Maria José, Oliveira, Réa, Redenção, Santos Dumont e São Joaquim.
Zona Alta – Linhão GYN-APA
Nossa Senhora de Lourdes, Chácara do Governador, Chácaras Bela Vista e São Pedro, Conjuntos Anhanguera, Fabiana e Liberdade, Jardins Bela Vista, da Luz, das Esmeraldas, dos Buritis, dos Pomares, Goiás, Nova Era, Olímpico, Progresso e Santo Antônio, Parques Acalanto, das Laranjeiras e Santa Cruz, Residencial Santa Luzia, Setores Bela Vista, Bueno, dos Afonsos, Nova Suíça, Parque Amazônia, Pedro Ludovico, Serrinha e Tocantins, além das vilas Alto da Glória, Brasília, Jardim Vitória, Legionárias, Mariana, Redenção, Santa, São Tomás e Sul.
A Saneago reforça que a manutenção é preventiva e essencial para garantir maior estabilidade ao sistema no médio e longo prazo, especialmente diante do crescimento urbano e do aumento da demanda por água tratada na Região Metropolitana.
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