Governo Federal autoriza policlínica em Anápolis com aporte de R$ 30 milhões e reforça rede especializada do SUS, em Goiás
Unidade integra o Novo PAC Saúde e amplia a capacidade de atendimentos especializados na região; investimento nacional soma R$ 499 milhões em seis estados

O Ministério da Saúde anunciou a implantação de uma policlínica em Anápolis, no centro de Goiás, com investimento de R$ 30 milhões assegurados pelo Novo PAC Saúde. A assinatura da ordem de serviço, prevista para esta sexta-feira (16), autoriza o início imediato das obras e consolida a estratégia federal de ampliar a oferta de atendimentos especializados no Sistema Único de Saúde (SUS), com impacto direto para a população do município e de cidades vizinhas.
A nova unidade integra um pacote nacional de investimentos que totaliza R$ 499 milhões, destinado à construção de três policlínicas e três maternidades em seis estados brasileiros. Além de Anápolis, os recursos contemplam Governador Valadares (MG), Sumaré (SP), São Félix do Xingu (PA), Parintins (AM) e a capital sergipana, Aracaju, fortalecendo redes regionais de atenção materno-infantil e de média complexidade.
A policlínica de Anápolis foi concebida para ampliar a resolutividade da atenção especializada, concentrando consultas, exames e procedimentos que hoje pressionam filas e deslocamentos para outros polos. A iniciativa dialoga com o programa Agora Tem Especialistas, política do Ministério da Saúde voltada à redução do tempo de espera no SUS e à expansão da capacidade assistencial, especialmente em regiões com demanda reprimida.
Segundo o ministro interino da Saúde, Adriano Massuda, a ampliação da assistência especializada é eixo central da atual política pública. “As novas maternidades e policlínicas aumentam a oferta de atendimentos em todo o país e contribuem para reduzir filas de consultas, exames e cirurgias”, afirmou, ao destacar a prioridade dada à qualificação da rede pública.
Em Goiás, a escolha de Anápolis considera a posição estratégica do município como polo regional de serviços e sua capacidade de absorver demanda de dezenas de cidades do entorno. A expectativa é que a nova estrutura desafogue unidades já existentes, qualifique o cuidado integral e reforce a articulação entre atenção básica e especializada, com ganhos de eficiência e acesso para os usuários do SUS.
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