Funcionária é morta dentro de supermercado em Iporá; ex-empregado é preso suspeito do crime
Jovem de 21 anos chegou a ser socorrida em estado grave, mas não resistiu; Polícia Civil apura motivação e circunstâncias do ataque ocorrido no local de trabalho
Uma jovem de 21 anos morreu após ser atacada dentro de um supermercado em Iporá, no oeste de Goiás. Identificada como Natasha Eduarda Alves de Sá, a vítima trabalhava no estabelecimento e foi agredida por um ex-funcionário, segundo informações confirmadas pela Polícia Civil. O suspeito foi localizado e preso em flagrante pouco tempo após o ocorrido.
De acordo com o delegado Bruno Ferreira, responsável pelo caso, a jovem foi socorrida em estado gravíssimo e encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município. Apesar do atendimento emergencial, ela não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.
As investigações preliminares indicam que o autor do ataque teria ido ao supermercado durante o horário de funcionamento, se dirigido ao setor interno do estabelecimento e utilizado uma faca do próprio local. Imagens de segurança analisadas pela polícia mostram que houve um breve diálogo antes da agressão, que aconteceu de forma repentina, causando pânico entre funcionários e clientes.
Logo após o crime, o suspeito deixou o local. Diante da gravidade do episódio, equipes da Polícia Civil iniciaram diligências imediatas, ouvindo testemunhas e recolhendo informações que permitiram a identificação e a rápida localização do homem nas proximidades do supermercado. Ele foi detido e conduzido à delegacia.
Em depoimento, o investigado afirmou que teria agido por vingança, alegando sentir-se alvo de humilhações e deboches quando ainda trabalhava no estabelecimento. Familiares relataram à polícia que o homem possui histórico de transtornos psicológicos, hipótese que será avaliada no curso do inquérito, sem prejuízo da responsabilização penal.
A Polícia Civil informou que o suspeito permanece à disposição do Poder Judiciário e que o caso segue sob investigação para a completa elucidação dos fatos, incluindo a análise de imagens, oitivas complementares e laudos periciais. A defesa do investigado não foi localizada até a última atualização.
O crime causou forte comoção em Iporá e reacendeu o debate sobre segurança em ambientes de trabalho e a necessidade de protocolos preventivos para situações de risco, especialmente em locais de grande circulação de pessoas.
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