Empresário morre ao ser prensado por kombi contra o próprio carro durante parada na via; imagens reforçam dinâmica do acidente
Morador de Trindade, a vítima havia parado para verificar o veículo quando foi atingida por uma kombi em movimento; Polícia Civil apura circunstâncias e responsabilidades.
A morte de um empresário após ser prensado por uma kombi contra o próprio carro causou forte repercussão e reacendeu o debate sobre segurança em paradas emergenciais em vias urbanas e rodovias. O caso envolveu Wilson, morador de Trindade, que, segundo familiares, havia interrompido o trajeto para realizar a reposição de uma peça do veículo.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o empresário desce do automóvel e se dirige à traseira, aparentemente para acessar o porta-malas. Instantes depois, uma kombi se aproxima e colide violentamente com o carro parado, prensando a vítima entre os dois veículos. A força do impacto foi suficiente para causar ferimentos fatais, não havendo tempo hábil para socorro eficaz.
Em entrevista, o irmão da vítima relatou que Wilson era conhecido pela rotina de trabalho intensa e pela atenção com a manutenção dos veículos da empresa. Ele confirmou que o empresário havia parado apenas para resolver um problema pontual antes de seguir viagem, o que torna o episódio ainda mais trágico.
Equipes de resgate foram acionadas, mas o óbito foi constatado no local. A área foi isolada para os trabalhos da perícia, que analisou a posição dos veículos, marcas de frenagem e as condições da via no momento do acidente. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
A Polícia Civil instaurou procedimento para apurar a dinâmica completa da ocorrência, incluindo eventual excesso de velocidade, falha de atenção ou outras circunstâncias que possam ter contribuído para o atropelamento seguido de prensagem. O motorista da kombi foi identificado e deverá prestar depoimento, assim como possíveis testemunhas.
O caso reforça alertas de órgãos de trânsito sobre os riscos de paradas em locais sem acostamento adequado e a necessidade de sinalização imediata, sempre que possível, para reduzir a probabilidade de colisões traseiras. As investigações seguem em andamento.
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