Motorista de aplicativo é preso por suspeita de crime sexual contra adolescente, em Aparecida de Goiânia
Prisão preventiva foi decretada após investigação da Polícia Civil; caso é conduzido pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente
A Polícia Civil de Goiás cumpriu, nesta quarta-feira (4), um mandado de prisão preventiva contra um motorista de aplicativo de 24 anos investigado por crime sexual praticado contra um adolescente de 14 anos, em Aparecida de Goiânia. A ação foi coordenada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), vinculada à 2ª Delegacia Regional de Polícia (2ª DRP), após a conclusão das diligências investigativas.
De acordo com a Polícia Civil, o inquérito reuniu elementos técnicos e testemunhais que sustentaram o pedido de prisão preventiva, formulado pela autoridade policial e posteriormente deferido pelo Poder Judiciário. A medida cautelar teve como fundamento a gravidade dos fatos apurados e a necessidade de resguardar a vítima, além de garantir a ordem pública e o regular andamento do processo.
O investigado foi localizado, detido e encaminhado à unidade policial, onde permanece à disposição da Justiça. Durante o cumprimento do mandado, os policiais apreenderam um objeto que, segundo as investigações, teria sido utilizado para ameaçar a vítima. O material foi recolhido e incorporado aos autos para subsidiar a persecução penal.
A delegada responsável pelo caso, Sayonara Lemgruber, informou que o procedimento investigativo seguiu os protocolos legais e de proteção previstos para crimes envolvendo crianças e adolescentes. O adolescente foi ouvido por meio de depoimento especial, instrumento previsto em lei para evitar a revitimização e preservar sua integridade emocional. Com a conclusão dessa etapa, a Polícia Civil entendeu que estavam presentes os requisitos legais para a prisão preventiva.
O suspeito deverá passar por audiência de custódia, quando o Judiciário avaliará a legalidade da prisão e a manutenção da medida cautelar. O inquérito segue em andamento, e novas diligências não estão descartadas. A Polícia Civil reforça que crimes dessa natureza são tratados com prioridade absoluta, conforme estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
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