Motorista sofre mal súbito, morre em via pública e corpo permanece horas à espera de remoção na Vila Canaã
Homem passou mal ao volante, conseguiu parar o veículo e caiu após descer do carro; demora nos procedimentos gerou indignação entre moradores e comerciantes da região
A manhã deste sábado foi marcada por uma ocorrência trágica e por forte repercussão na Vila Canaã, em Goiânia. Um motorista morreu após sofrer um mal súbito enquanto dirigia nas imediações dos fundos de uma agência do Banco Bradesco, em área de circulação intensa de moradores e comerciantes.
De acordo com informações apuradas junto a testemunhas, o homem conduzia o veículo normalmente quando começou a passar mal. Ainda com consciência, conseguiu encostar o carro de forma segura. Em seguida, desceu do automóvel, caminhou poucos metros e caiu no local, não resistindo antes da chegada de atendimento médico.
Pessoas que presenciaram a situação acionaram os serviços de emergência, mas, apesar dos chamados, o óbito foi constatado ainda pela manhã. A partir daí, teve início um longo período de espera pela remoção do corpo e pela adoção dos procedimentos legais cabíveis.
Moradores e comerciantes da região relataram indignação com a demora. Segundo eles, desde aproximadamente 10h, o corpo permanecia no local, parcialmente isolado, em plena área urbana. A situação causou desconforto, comoção e revolta, especialmente pelo impacto emocional sobre quem circulava pelo entorno e pela exposição prolongada da cena.
Até a última atualização, não havia informações oficiais detalhadas sobre a identidade da vítima nem sobre eventuais causas clínicas específicas do mal súbito, o que deverá ser esclarecido após os procedimentos do Instituto Médico Legal (IML). O caso segue sob responsabilidade das autoridades competentes, que devem apurar as circunstâncias e eventuais falhas no fluxo de atendimento.
A ocorrência reacende o debate sobre a agilidade dos serviços públicos envolvidos em situações de óbito em via pública, especialmente em regiões densamente povoadas, onde a resposta rápida é fundamental tanto por razões humanitárias quanto de saúde pública.
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