Corpo de Bombeiros, Prefeitura e Secretaria do Meio Ambiente Contêm Incêndio de Grandes Proporções no Aterro Sanitário de Bela Vista
Chamas iniciadas em vegetação próxima atingem área de resíduos; atuação integrada e infraestrutura adequada evitam tragédia ambiental maior
O aterro sanitário de Bela Vista de Goiás enfrentou um incêndio de grande extensão que mobilizou esforços conjuntos do Corpo de Bombeiros da 25ª Companhia Independente Bombeiro Militar, da Prefeitura Municipal e da Secretaria do Meio Ambiente. As chamas tiveram início em uma chácara próxima à unidade de tratamento de resíduos, propagando-se rapidamente pela vegetação densa da região até alcançar a área destinada à compactação dos resíduos.
Apesar do aterro contar com cercamento apropriado e medidas preventivas atualizadas contra incêndios, o fogo conseguiu atingir o local onde os resíduos estavam sendo manuseados, exigindo uma resposta ágil e coordenada para evitar consequências ambientais mais severas.
As equipes de combate trabalharam durante a tarde e noite do último dia 8, estendendo suas operações até a manhã seguinte. A estratégia combinou o uso de maquinário pesado para revolver os resíduos em combustão com o uso contínuo de caminhões-pipa da Prefeitura e do Corpo de Bombeiros para manter a umidade da área e extinguir os focos ativos.
A Secretaria do Meio Ambiente teve papel fundamental no isolamento das áreas atingidas e na prevenção da expansão do incêndio para regiões adjacentes, utilizando técnicas de contenção e monitoramento constante dos pontos críticos.
A Polícia Civil registrou a ocorrência e solicitou perícia técnica para apurar a origem e possíveis causas do incêndio. Conforme orientações oficiais, o Estado de Goiás encontra-se em período de restrição ao uso do fogo, decreto que vigora até o final de novembro e tem como objetivo minimizar os riscos de incêndios florestais e urbanos durante a estiagem.
O Capitão Lucas Reis, comandante da 25ª CIBM, enfatizou a importância da infraestrutura regularizada do aterro para o controle eficaz da situação: “A existência de um aterro sanitário estruturado e com protocolos atualizados foi decisiva para que pudéssemos agir com rapidez e eficiência, evitando danos ambientais maiores.”
As operações de rescaldo permanecem ativas para garantir a completa extinção dos focos e impedir a reincidência das chamas, assegurando a proteção ambiental e a segurança da população local.
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